Tendências para 2016 comprovam que o e-commerce é a salvação para os lojistas

10:00

Brasil deve ser o quarto país com maior comércio eletrônico do mundo neste ano. 

Apesar de o Brasil viver uma crise econômica, o comércio pela internet não para de crescer. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a estimativa é que 2015 acabou com o setor 26% maior do que o ano anterior e movimente R$48,9 bilhões. Já a consultoria italiana Translated projetou que o Brasil terá o quarto maior e-commerce do mundo, sendo responsável por 4,3% do comércio eletrônico global ultrapassando países como Alemanha, Rússia e França.
Desse modo, o país ficará atrás apenas da China, responsável por 20,1%, Estados Unidos, 15,6%, e o Japão, com 4,6%. Ou seja, o ramo da tecnologia não foi atingido nenhum pouco pela crise. Pelo contrário, ele tornou-se um diferencial competitivo e um fator de sobrevivência já que, agora, os clientes não estão mais restritos à cidade onde moram para comprar o que desejam. Por meio da internet, as pessoas passam a ter a oportunidade de comparar preços, serviços e vantagens e, caso fique insatisfeito, também pode reclamar publicamente do produto pela rede.
Contudo, a questão é se os gestores de lojas físicas são capazes de administrar um negócio online. “Muitos gestores ainda não enxergam a internet como bons olhos. Existe uma desconfiança por eles estarem no comércio físico há anos. Porém, os dados comprovam que a economia está em uma retração cada vez maior, enquanto a internet vai no sentido contrário, crescendo mais e mais. Por isso, oferecemos uma solução completa em varejo digital para lojas, associações e grupos de empresas”, explica Diego Barbeito, manager dos projetos.
O projeto da uCart Web é altamente inovador e eficiente. Nele, a loja é individual e estará presente na rede, permitindo ao empreendedor alavancar seu negócio para muito além do espaço físico de sua loja e do número restrito de seus clientes físico: com o uCart Web o seu universo passa a ser o Brasil e o Mundo.
Já a uCart+business oferece uma estrutura de shopping na internet que fortalece todas as marcas nele presentes, assim como unifica e alavanca as suas estratégias de comunicação e negócios. De acordo com Barbeito, a ideia é uma solução singular para as lojas que desejam aumentar sua eficiência. “O marketplace é unificado, ou seja, uma multiloja dá espaço para todos os varejistas. Ou seja, eles se ajudam mutuamente ao ter sua própria loja virtual incluída em um mesmo espaço. Assim, cada um oferece seus produtos e promove sua própria marca. Já na uCart Web, o proprietário do negócio faz com que sua loja esteja inserida no ambiente virtual mundial, disponibilizada pela uCart”, afirma.
Por meio do programa disponibilizado pela uCart, o comerciante pode adquirir não somente a plataforma online e a assistência no conteúdo dentro dela, mas também administrar seu estoque, fazer transações e acompanhar a divulgação e repercussão de seu status na web, como menções e hashtags. Além disso, ele poderá fazer tudo por meio de um aplicativo em um aparelho portátil. "Fornecemos também formas de gerar relatórios com informações precisas, como o comportamento do consumidor, dos concorrentes e como o mercado está funcionando na internet. Isso tudo é revelado pelo B.I e Big Data, que, juntamente com o e-mail marketing, permite ao varejista se comunicar mais e melhor. Essa comunicação ampliada aliada a uma maneira de negócio mais moderna e eficaz com um baixo custo é o que a uCart+business pretende oferecer”, conta Diego.
Setores que têm mais chance de crescer em 2016
Segundo um estudo realizado pela PayPal, alguns setores vão crescer no e-commerce neste ano. O de Saúde e Beleza lidera ao lado de Gêneros Alimentícios; devem se tornar bastante atraentes com 31% de crescimento. Já de Artigos Domésticos, Lazer e Produtos Infantis vão chegar a 27%. Em sequência, vem Roupas, Calçados e Acessórios com 22%, Viagem e Turismo, 21%, e Entretenimento deve fechar 2016 com um aumento de 19% no comércio eletrônico.
Além disso, os dados revelaram também que 51% dos brasileiros compram produtos pela internet apenas em sites brasileiros, enquanto 45% fazem transações em sites nacionais e internacionais e 4% só compram em sites do exterior. “Esses números reforçam ainda mais que a solução do varejo brasileiro está na internet. Os comerciantes precisam se modernizar e se adequar a essa nova realidade onde as lojas físicas estão perdendo força e a internet não para de crescer”, finaliza Barbeito.
Serviço: uCart+business
Contato: Diego Barbeito
Manager do uCart+business

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